Ler para os filhos antes de dormir é uma cena clássica na rotina familiar. Porém, nem todos os adultos sentem prazer nessa atividade. Alguns até consideram embarcar em uma história cansativo, especialmente após um dia cheio. Esse desconforto é mais comum do que se imagina, e não é sinônimo de falha como pai, mãe ou cuidador.
A verdade é que incentivar o gosto pela leitura na infância não depende de ser apaixonado por livros desde sempre. Com os recursos certos, é possível transformar esses minutos em algo leve, prazeroso e ainda colher todos os benefícios para o desenvolvimento das crianças.
Você não precisa ser um leitor voraz para criar um.
Por que muitos adultos não têm gosto pela leitura?
A questão é simples: nem todo mundo cresceu cercado por livros ou teve experiências marcantes com a leitura. Alguns carregam lembranças de textos longos e obrigatórios na escola, outros desenvolveram o hábito de buscar informações em vídeos e áudios por praticidade.
É legítimo sentir que a leitura não atrai ou não desperta prazer. O tempo apertado do dia a dia também pesa, assim como as preferências pessoais. Mesmo assim, a realidade surge: a leitura em voz alta é reconhecidamente valiosa para crianças pequenas, especialmente quando guiada pelo carinho e pela atenção dos adultos de referência.
O valor do momento da história na infância
O momento da leitura vai muito além do texto. É um ritual que traz segurança, afeto e cria memórias. Segundo análises do Dormir com Historinhas, não é preciso gostar de ler para proporcionar uma experiência positiva ao filho, basta dedicar alguns minutos com presença real.
- Fortalece vínculos familiares
- Acaba servindo como ponte para conversas importantes
- Ajuda no desenvolvimento de empatia, criatividade e autoestima
Além disso, essa rotina favorece a regulação emocional. É com histórias que os pequenos aprendem a nomear sentimentos, reconhecem comportamentos e elaboram questões do cotidiano. Leitura é mais que decifrar palavras: é construir mundo juntos.

E quando a leitura parece um dever, não um prazer?
É natural sentir resistência. Muitos adultos já relataram sentir sono, distração ou até desconforto ao abrir um livro infantil no fim do dia. Para esses casos, algumas estratégias podem tornar o momento mais interessante:
- Escolher histórias curtas, que cabem na rotina
- Optar por narrativas de temas que também interessem ao adulto
- Ler em voz alta variando o tom e incluindo brincadeiras
- Transformar o momento em troca: perguntar o que a criança pensa sobre o que foi lido
Dormir com Historinhas pensou em adultos assim: histórias rápidas (de 5 a 15 minutos), com linguagem gostosa e desenvolvidas para envolver sem cansar. Ao perceber que não precisa passar tanto tempo lendo, torna-se mais fácil se abrir para o processo.
Como transformar a leitura em algo positivo para pais e filhos?
A mudança de perspectiva faz toda a diferença. Ao invés de olhar a prática como obrigação, o adulto pode experimentar enxergá-la como uma pausa leve e significativa entre as demandas do dia.
Torne esses 10 minutos os melhores do seu dia.
Algumas ideias práticas:
- Separe um local confortável e silencioso. Pode ser o quarto, o sofá ou até um cantinho especial da casa.
- Deixe a criança escolher o título, isso aumenta o interesse de ambos.
- Não tema repetir histórias favoritas. Crianças aprendem muito com a repetição.
- Abrace o improviso: mude vozes, pause para comentários engraçados ou discussões rápidas sobre o tema.
Caso surjam dificuldades ao abordar sentimentos, medo ou situações do dia a dia, o Dormir com Historinhas oferece textos pensados para trabalhar emoções, empatia e mudanças de rotina com delicadeza. Para quem quer dicas extras sobre como estimular essas competências, sugerimos a leitura do artigo sobre empatia infantil.
Os benefícios além da leitura: conexão, valores e criatividade
Mesmo quem não aprecia livros no próprio tempo livre pode se surpreender com os efeitos da leitura conjunta. Entre eles, destacam-se:
- Aproximação genuína entre adulto e criança
- Facilidade maior em conversar sobre sentimentos e dilemas
- Desenvolvimento de repertório emocional, como reforça o guia prático de inteligência emocional para crianças
- Construção de valores como respeito, amizade e autonomia
Assim, mesmo que o hábito de ler não faça parte da rotina do adulto, dedicar-se alguns minutos diariamente já faz diferença imensa na formação do filho.

Como incluir a leitura mesmo com pouco tempo?
Para adultos com rotina acelerada, o segredo está na praticidade. Plataformas como Dormir com Historinhas oferecem histórias originais, curtas e divididas por temas, faixa etária e questões cotidianas. Assim, ninguém fica preso à dúvida de o que escolher ou se a narrativa será interessante.
Com apenas 10 minutos, é possível criar memórias afetivas e ensinar valores que ficam para a vida toda. Além disso, consultar categorias específicas facilita a adaptação para temas como autonomia, adaptação escolar, religião ou enfrentamento de desafios.
Para ideias práticas sobre como tornar as transições, como chegada de um novo irmão ou ida ao médico, mais suaves, o artigo rotina de sono infantil traz dicas valiosas.
Transformando a experiência, mesmo sem amar ler
Ninguém precisa se sentir pressionado a virar fã de literatura infantil para aproveitar esse momento. O adulto pode até desconfiar, a princípio, que a leitura diária trará algo além do "dever cumprido", mas, com o tempo, tende a perceber pequenas alegrias e aproximações.
A diversidade de temas oferecida por Dormir com Historinhas permite, inclusive, que adultos encontrem narrativas alinhadas aos próprios valores ou curiosidades. Vale lembrar que criatividade e escuta ativa são conquistas tanto da criança quanto de quem lê para ela.
Conclusão
Basta querer estar junto, ainda que a leitura não seja o passatempo preferido. Algumas páginas, uma história envolvente e dez minutos completos de presença podem construir laços que atravessam a infância. Dormir com Historinhas foi criado especialmente para atender famílias reais, com pouco tempo, preferências variadas ou aquela pontinha de resistência à leitura, que querem educar e acolher usando histórias.
Quem busca inspirações para incentivar a autonomia das crianças pode se beneficiar bastante do conteúdo do post sobre brincadeiras de autonomia. Para mais dicas sobre parentalidade consciente, é possível encontrar orientações no blog da plataforma. Experimente incluir essa pausa no seu dia, e descubra como até quem nunca gostou tanto de ler pode fazer a diferença no crescimento do seu filho.
Perguntas frequentes sobre leitura em família
O que fazer se não gosto de ler?
Buscar histórias curtas, bem escritas e pensadas para adultos que não têm o hábito de ler pode transformar o momento em algo leve e agradável. Não é necessário iniciar com grandes livros, algumas páginas bem escolhidas já são suficientes para criar conexão com a criança. Adaptação e escolha do ambiente também ajudam a reduzir o desconforto.
Como incentivar meu filho a ler?
O exemplo ainda conta muito. Mesmo que o adulto leia pouco, demonstrar interesse pelo momento, deixando a criança escolher a história, comentando sobre os personagens ou brincando com as vozes, torna a experiência divertida e desejada. Plataformas que oferecem narrativas envolventes e adequadas à faixa etária facilitam esse processo.
Ler para meu filho faz diferença?
Sim, ouvir histórias fortalece o vínculo, desenvolve a linguagem, imaginação e habilidades emocionais da criança. Além do prazer, a leitura guiada contribui para criar referências afetivas e fortalece valores importantes no dia a dia.
Quais livros são bons para começar?
Prefira histórias curtas e de temas que dialoguem com o universo infantil: sentimentos, amizade, respeito, família, pequenas aventuras. Dá sempre para variar entre temas divertidos e outros que ajudam a criança a trabalhar emoções ou lidar com mudanças. O importante é que a leitura se encaixe na rotina de forma natural e prazerosa.
Como tornar a leitura mais divertida em casa?
Vale criar um ambiente acolhedor, testar diferentes vozes, envolver todos os membros da família e incluir brincadeiras na narração. Repetir as histórias de que a criança mais gosta e fazer pausas para comentários ou perguntas também deixam tudo mais animado. Estabelecer esse momento como ritual colaborativo reforça vínculos e torna a leitura aguardada com alegria.
